Rádio MEC transmite ao vivo concerto da Orquestra Filarmônica de Goiás


Sob regência do maestro italiano Vito Clemente, apresentação acontece nesta quinta (7/5)

Um encontro entre grandes obras, com regência internacional, marca o concerto inédito da temporada 2026 da Orquestra Filarmônica de Goiás que a Rádio MEC apresenta ao vivo nesta quinta-feira (7), às 20h. Conduzido pelo maestro italiano Vito Clemente, o novo espetáculo da série “Natureza e Sons” acontece no Teatro Sesi, na cidade de Goiânia, com transmissão em rede com a Rádio UFG, afiliada à Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP) que é gerida pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC).
 
Apresentado na Rádio MEC por Pedro Pontes, o concerto traz diferentes paisagens sonoras: de “Florilegio ’83, Op. 130”, de Raffaele Gervasio (1910-1994), à elegância clássica da “Sinfonia nº 8 em Sol maior” (“Le Soir”), de Joseph Haydn (1732-1809), até a intensidade dramática da “Sinfonia nº 4, Op. 36”, de Piotr Ilitch Tchaikovsky (1840-1893).
 
Reconhecido internacionalmente, o regente Vito Clemente construiu uma trajetória sólida na música orquestral e operística, com passagens por importantes teatros e orquestras. Atualmente, é diretor artístico e musical de festivais internacionais e da Orquestra Sinfônica da Cidade de Bari.
 
Com o tema “Natureza e Sons”, a temporada de 2026 da Orquestra explora a vitalidade da natureza e como ela inspirou composições de diversas gerações e escolas musicais ao redor do mundo. As apresentações levam o público a se conectar com a humanidade e com o meio ambiente.
 
Sobre a Orquestra 
 
Fundada em 2012, a Orquestra Filarmônica de Goiás é conhecida por sua versatilidade e excelência artística. Foi criada como instrumento de difusão de obras musicais, escritas especificamente para orquestra de câmara, formada por músicos da antiga Orquestra de Câmara Goyazes.
 
O grupo tem se destacado em apresentações tanto no Brasil quanto no exterior, sob o comando do britânico Neil Thomson, com um repertório que abrange desde o barroco até a música contemporânea. Seus projetos de gravação revelam um olhar diferente para o repertório, em especial o nacional: depois de gravar peças pouco ouvidas de Guerra-Peixe, a filarmônica dedicou-se ao registro integral das sinfonias de Claudio Santoro.

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