No ‘Nepograma’, Gabeu e Theodore Cochrane expõem como foi a infância sendo filhos de famosos


No Talkshow apresentado por Luisa Perisse, o filho da apresentadora e atriz Marília Gabriela e o filho do cantor sertanejo Solimões debatem sobre memória afetiva, identidade e a escolha de trilhar o próprio caminho artístico.

Créditos: Vitor Reis e João Reis

Já está no ar no YouTube oficial do Sony Channel, em colaboração com o PodDelas, o quinto episódio de Nepograma, uma produção da Floresta. Apresentado por Luisa Perisse, os convidados da vez são Theodore Cochrane, filho da apresentadora e atriz Marília Gabriela, e Gabeu, filho do cantor sertanejo Solimões. Durante o bate-papo, os convidados compartilham suas vivências na indústria e refletem sobre suas experiências como “nepos”.
 

Assista ao episódio aqui

 

Ao relembrarem a infância, Gabeu conta que era muito tímido, e admite que só foi gostar da exposição mais velho: “Meu pai me chamava pro palco, eu saía correndo e ia me esconder no camarim”, brinca. Já Theodore gostava da exposição e tinha orgulho da carreira da mãe, mas conta que isso era mais um motivo de bullying. “Eu não dizia que era filho dela. Se alguém falasse algo, eu ficava com vontade de chorar”, relembra.

 

Durante a conversa, os convidados encontram um ponto em comum ao refletirem sobre suas experiências sendo pessoas LGBTQ+, e Gabeu resume: “Você já se torna um alvo fácil, principalmente na escola. E quando ainda é filho de alguém conhecido, surge um outro tipo de exposição, um novo holofote.”

 

A conversa avança para o momento em que cada um decidiu seguir carreira artística e encarar a reação dos pais. Gabeu relembra que tinha muita afinidade com a música por crescer com seu pai, Solimões. Quando apresentou “Amor Rural”, Solimões ouviu, entrou em choque e respondeu: “Essa é a coisa mais doida que já ouvi na minha vida. Mas vai dar muito certo porque é diferente de tudo que já ouvi.”, relembra.
 

Theodore conta que inicialmente a mãe não apoiava sua decisão de seguir no meio artístico, preocupada com a instabilidade da profissão. Mesmo assim, ele seguiu firme no desejo de se tornar ator. O primeiro passo veio com a participação na minissérie “A Casa das Sete Mulheres”. Na época, conciliava o trabalho com a faculdade de design, mas chegou a considerar abandonar o curso ao acreditar que a carreira iria deslanchar. Com o fim da produção e sem renovação, decidiu voltar para São Paulo e retomar os estudos. Hoje, reconhece a importância desse incentivo: “Agradeço aos meus pais por terem insistido para que eu continuasse.”
 

Essas e muitas outras histórias da vida de nepobabies todas as terças, 12h, pelo canal do Sony Channel no YouTube. A temporada ainda recebe Bruno Mazzeo, Lúcio Mauro Filho, João Assunção e outros convidados para o bate-papo.

 


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