

Entre os dias 25 e 27 de setembro, uma casa em Higienópolis virou dois lugares ao mesmo tempo.
Durante o dia, ela era um percurso de cinco cômodos em que os universos de gostosas também choram, Colo de amiga, Pra Dar Nome às Coisas, Bom Dia, Obvious e Bucinho Suado ganharam forma física, e quem entrava atravessava um rancho, um quarto de adolescente, uma cozinha, uma biblioteca e uma sala até chegar do outro lado. Quando anoitecia, a mesma casa virava cena de crime, com um caso aberto que os fãs precisavam resolver seguindo as pistas deixadas por Modus Operandi, Caso Bizarro, Assustador Bizarro e Misterioso e Quinta Misteriosa, de Mabê, Carol, Jaque Guerreiro e Ju Cassini, algumas das maiores podcasters do true crime brasileiro.
Esse foi o Spotify Podcast In Real Life, uma experiência criada pelo Spotify para aproximar os fãs das creators que acompanham no dia a dia. A ação partiu de duas das comunidades mais apaixonadas da plataforma, a de autocuidado e bem-estar e a de mistério e true crime, e levou para o mundo físico os rituais, símbolos e referências que esses ouvintes já compartilham em torno dos seus programas favoritos. Em três dias, a casa recebeu mais de 600 pessoas divididas em quase 50 sessões. [nomes das podcasters presentes a confirmar] estiveram lá para receber e prestigiar os fãs pessoalmente ao fim da experiência e aproximá-las ainda mais de quem acompanha suas histórias frequentemente.
Na jornada de Autocuidado, cada sala evocava sentimentos diferentes, de acordo com a sua atmosfera: um rancho que acolhe, um quarto de adolescência que resgata sonhos, uma cozinha que eterniza memórias, uma biblioteca que inspira reflexões e uma academia para liberar endorfina. Na experiência de True Crime, os espaços serviam de cenário para um caso fictício, como se fossem cômodos de uma casa marcada por um crime misterioso, e cada pista descoberta pelos fãs era uma dica deixada pelas podcasters.
Boa parte do que a casa guardou depois desses três dias foi escrita pelos próprios fãs. Ao longo do percurso, eles foram convidados a deixar registros e dicas. Na experiência de autocuidado, responderam qual é o lugar para onde vão mentalmente quando precisam de um respiro em um cartão postal. Em um post-it, escreviam o que diriam para si se fossem a própria melhor amiga. Em um fichário de receitas, guardavam uma boa memória e, por fim, num mural, contavam um momento em que tinham sido as pessoas revolucionárias da própria vida. Para os fãs de true crime, um dossiê para acompanhar e desvendar o caso foi entregue a cada um dos participantes, que o levaram como recordação da experiência e do crime que ajudaram a solucionar.
E nada disso ficou preso na casa. Em outubro, as nove podcasters que inspiraram a ação lançam um episódio especial em vídeo cada um, pautado a partir do que os fãs escreveram no espaço. “Ao redor de um podcast se formam comunidades com códigos, referências e histórias muito próprias. O que queremos é reconhecer a força dessas conexões e criar novas maneiras para que elas ganhem vida também fora da plataforma. O Spotify acompanha essas comunidades no dia a dia e entende como elas se formam ao redor dos conteúdos e dos criadores que amam. Isso nos permite ir além da escuta e criar experiências que façam sentido para cada fandom, aproximando ainda mais criadores e ouvintes e transformando uma conexão que já existe em uma experiência compartilhada”, diz Camila Justo, Head de Podcasts do Spotify no Brasil.
