Ao longo do evento, espaço da emissora concentra entrevistas e debates com líderes de marketing sobre tendências e estratégias no Brasil
São Paulo, 25 de março de 2026 – A CNN Brasil ampliou sua cobertura do CMO Summit 2026 com a instalação de um estúdio próprio no evento, por onde estão passando alguns dos principais CMOs e líderes de marketing do país, durante os dias 25 e 26 de março. Montado em parceria com a Itatiaia e a Zoho Brasil, multinacional especializada em CRM e marketing digital, o espaço, localizado no mezanino, está funcionando como base para entrevistas e acompanhamento em tempo real das discussões do evento. Ao longo da programação do dia 25, quarta-feira, o estúdio reuniu executivos à frente das estratégias de marca, comunicação e crescimento de grandes empresas.
Entre os entrevistados estiveram Amanda Brum (Anbima), Cecilia Preto Alexandre (C&A), André Britto (Bauducco), Camila Novaes (Visa), Aline Velha (Nubank), Pablo Toledo (BYD), Bruno Mello (Mundo do Marketing), Luis Justo (Rock in Rio) e Rodrigo Vaca (Zoho Brasil), refletindo a diversidade de setores presentes no evento.
A movimentação consolidou o espaço como um dos pontos de encontro do CMO Summit, reunindo lideranças para conversar sobre tendências, desafios e caminhos do marketing no país. A partir do estúdio, a CNN acompanhou os principais debates do evento e deu visibilidade às transformações em curso no setor, com foco em estratégia, cultura e comportamento do consumidor.
Com exclusividade para o portal, YouTube e redes sociais da CNN Brasil, as entrevistas no estúdio são conduzidas pela jornalista Muriel Porfiro, que também participa da programação ao vivo com entradas destacando os principais insights compartilhados pelas lideranças do evento.
Além da operação no estúdio, a CNN Brasil participou da programação do evento ao mediar o painel “O brilho local da marca global: como gigantes multinacionais fazem para conquistar o brasileiro”, realizado no dia 25 de março, às 14h50. O debate foi conduzido pelo vice-presidente comercial Bruno Bianchini e reuniu executivos de Uber, L’Occitane e Starbucks.
Na abertura, Bianchini destacou o paralelo entre o tema do painel e a atuação de empresas globais no país. “Temos uma marca global, mas com autonomia para criar soluções locais e nos adaptar ao mercado brasileiro”, afirmou.
Luciana Cecatto, diretora sênior de marketing para a América Latina da Uber, ressaltou o peso do Brasil dentro da operação global da companhia. “O Brasil é um mercado que se assemelha a um continente, pela diversidade e complexidade. Hoje, é a maior operação da Uber no mundo em volume de viagens. É um exercício constante, todos os dias nos perguntamos como fazer mais e melhor com os mesmos recursos”, destacou.
Já Filipe Reis, head de marketing da Starbucks Brasil, destacou que a adaptação da marca passa por uma leitura cultural do consumo. “O brasileiro entende de café. Por isso, desenvolvemos um blend específico e incorporamos hábitos locais, como o ‘cafezinho’, o médio e o pingado”, afirmou. Ele acrescentou que a estratégia busca equilibrar consistência global e conexão local: “Queremos oferecer o repertório global, mas conectado ao dia a dia do brasileiro, com pão de queijo e coxinha”. De acordo com o executivo, a ideia da marca é manter a essência global ao mesmo tempo em que se torna parte das comunidades.
Representando a L’Occitane, André Abramo, head de estratégia de marca e comunicação de marketing, destacou o case da linha L’Occitane au Brésil. “Não se trata de um Brasil estereotipado, mas de uma brasilidade sensorial e autêntica”, afirmou. Segundo ele, o uso de ingredientes como caju e mandacaru, aliado a práticas sustentáveis, reforça a identidade da marca. “O ‘borogodó’ traduz essa essência, é algo que está na forma como a marca se conecta com as pessoas”.
“Na CNN Brasil, entendemos que adaptar uma marca global passa por incorporar a cultura local em todas as camadas do conteúdo. Trouxemos mais proximidade, emoção e personalidade para a programação, respeitando o contexto brasileiro. Isso se reflete tanto na nossa grade quanto na força das nossas verticais e na atuação multiplataforma, que hoje já inspira outras operações da CNN no mundo, criando também ambientes mais relevantes e contextualizados para as marcas se conectarem com o público”, afirmou Bianchini.
