Canal Curta! e streaming CurtaOn exibem reportagem investigativa ‘Repensando o Oriente Médio: A guerra EUA, Israel e Irã’, com registros inéditos na televisão brasileira


A reportagem da Frontline apresenta os interesses e objetivos dos países envolvidos (Crédito:Divulgação/Curta!)
 

 

PROGRAMA PRODUZIDO PELA FRONTLINE, PREMIADA REVISTA INVESTIGATIVA DA TV AMERICANA, FOI AO AR NO INÍCIO DO MÊS E REFAZ O PERCURSO DOS CONFLITOS, DE OBAMA ATÉ A ATUALIDADE

 

Na vanguarda dos principais debates contemporâneos, o Curta! e seu streaming CurtaOn – Clube de Documentários exibem, com exclusividade, nesta sexta-feira, 27, “Repensando o Oriente Médio: A Guerra EUA, Israel e Irã”, uma reportagem analítica da Frontline sobre a guerra. Produzida por sua equipe de jornalismo investigativo da rede pública PBS, a obra traz uma atualização dos conflitos entre os três países, retomado em 28 de fevereiro. No Curta! a estreia é às 22h, com reapresentação no sábado, 28, no mesmo horário, e no CurtaOn fica disponível para os assinantes.
 

Frontline produz jornalismo investigativo para ser exibido da televisão pública americana desde 1983, tendo recebido os principais prêmios de jornalismo e radiodifusão, incluindo mais de 100 Emmys; 38 prêmios duPont-Columbia University; 34 prêmios Peabody; 21 prêmios Robert F. Kennedy de Jornalismo; oito prêmios da Associação de Críticos de Televisão e e oito prêmios Banff de Televisão. Seus projetos são viabilizados por donativos de seus telespectadores e de fundações como Ford e Park Foundation, entre outras.
 

A reportagem Repensando o Oriente Médio: A Guerra EUA, Israel e Irã conta com imagens fortes – raramente mostradas no telejornalismo brasileiro – e um rico acervo. O programa apresenta os interesses e objetivos dos principais Estados envolvidos, detalhados em entrevistas inéditas de especialistas e agentes da linha de frente.
 

Entre os entrevistados estão nomes como Zohar Palti, ex-Diretor da Diretoria de Inteligência do Mossad, que analisa as falhas de inteligência e destaca que o inimigo evoluiu mais rápido que a percepção de segurança israelense, subestimando a coordenação iraniana; Majid Takht-Ravanchi, vice-Ministro das Relações Exteriores do Irã, que defende que as ações do Irã são respostas “legais e legítimas” à agressão israelense e que Israel deve ser punido por seus erros táticos; Husam Zomlot, chefe da missão palestina no Reino Unido, que sustenta que o conflito Israel-Irã mascara a causa raiz: a ocupação e argumenta que sem resolver a questão palestina, a região permanecerá em guerra perpétua e Barbara Leaf, Secretária Assistente para Assuntos do Oriente Próximo (2022-25), que discute que devem ser feitos esforços para estabilizar a região através da diplomacia e do fortalecimento de alternativas políticas moderadas ao radicalismo.
 

Jornalistas e autores também são ouvidos, como David Sanger, do The New York Times, que analisa como o Irã reduziu seu “breakout time” nuclear para quase zero, tornando a ameaça atômica um fator de pressão imediato e Nadav Eyal, jornalista israelense, que discute o colapso da percepção de segurança da sociedade israelense após o 7 de outubro e o erro de subestimar o fortalecimento dos inimigos.
 

Exibida em 10 de março nos Estados Unidos, a reportagem é dirigida pelo jornalista e correspondente James Jacoby e pela jornalista Anya Bourg. Eles examinam, as estratégias e refazem o histórico das tensões, negociações e confrontos na região, numa eletrizante retrospectiva.

 

“Netanyahu chega ao presidente Trump com uma mensagem afirmando que eles irão em frente no conflito e questionando o que será dos Estados Unidos, pois os iranianos irão responder e atingir bases americanas. Trump então responde, basicamente, que irão fazer isso juntos”, relata o jornalista do New York Times David E. Sanger, especialista em política externa, globalização e proliferação nuclear.


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