​ Dirigido por Carina Bini, “Mil Luas” estreia em 23 de julho; confira cinco motivos para assistir ao filme nos cinemas


Drama sobre envelhecimento com dignidade é protagonizado por Thaia Perez e tem distribuição da ELO STUDIOS

 

“Mil Luas” acompanha a trajetória de Chiara em uma história sobre envelhecer com dignidade e provar que nunca é tarde para escolher a si mesma.

Crédito: divulgação

São Paulo, julho de 2026 – O filme “Mil Luas”, reflexão profunda e acolhedora sobre o envelhecimento, dirigido e roteirizado por Carina Bini, estreia nos cinemas brasileiros em 23 de julho, com distribuição da ELO STUDIOS.

 

Com a proximidade da estreia, listamos cinco motivos para assistir ao longa nas telonas:

 

Uma história sensível sobre envelhecimento, afeto e recomeços 

A trama acompanha Chiara, uma imigrante italiana, mãe solo e independente, que vê seu mundo ruir após a venda do restaurante que construiu ao perseguir o sonho de uma vida melhor para si e para a filha. Entre memórias e perdas, ela embarca em uma jornada sobre o tempo, o afeto e a liberdade, redescobrindo sua força, sua autonomia e a coragem de recomeçar. Uma história que mostra que nunca é tarde para escolher a si mesma – e cuja potência ganha ainda mais força na experiência do cinema.

 

Atuações que dão alma à narrativa

Toda essa sensibilidade é conduzida pela atuação de Thaia Perez, que interpreta Chiara com delicadeza e intensidade. O elenco reúne ainda nomes como Beta Rangel, Nuno Leal Maia, Victor Abrão, Tiago Venusto e Paula Passos, em performances que contribuem para a construção de uma narrativa emocionante e genuína.

 

Reconhecimento em festivais nacionais e internacionais

O longa foi selecionado para mais de 15 festivais no Brasil e no exterior, entre eles o 58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, o 23º Festival de Cinema de Cuiabá, o XIX Islantilla Cinefórum, o 13º Cinefem, o 9° Mònde – Festa del Cinema sui Cammini e o 8° Joburg Film Festival. Outro diferencial é que a equipe do filme é formada majoritariamente por profissionais da chamada melhor idade, reforçando a coerência entre a produção e os temas abordados pela obra.

 

Uma jornada pensada para a tela grande

Mesmo com a facilidade das plataformas de streaming, “Mil Luas” foi concebido para ser vivido no cinema. A construção visual, a fotografia e o desenho de som foram desenvolvidos para potencializar a imersão do espectador e ampliar a força emocional da história na sala escura.

 

Uma experiência coletiva que amplia a emoção

Ir ao cinema é mais do que assistir a um filme: é compartilhar emoções. Os momentos de delicadeza, humor e reflexão ganham outra dimensão quando vividos em conjunto, tornando a experiência ainda mais marcante e memorável.

 

 

 

Com produção da Atman Filmes, “Mil Luas” é uma coprodução entre Brasil e Itália. O projeto integrou o Selo ELAS, iniciativa da ELO STUDIOS voltada ao fomento do cinema realizado por mulheres e à promoção da equidade de gênero no audiovisual.

 

Carina Bini

Carina Bini é diretora, produtora e fundadora da Atman Filmes, produtora boutique sediada em Brasília. Sua obra transita entre a ficção e o documentário, com olhar voltado para o protagonismo feminino e o universo invisibilizado das mulheres. Seu primeiro longa-metragem, Mil Luas, foi desenvolvido com apoio do programa de cooperação entre ANCINE, a Direzione Generale Cinema italiana e o Centro Sperimentale di Cinematografia de Roma. Dirigiu as séries Casas Vivas (2023) e As Majés (2024/2025), sobre mulheres indígenas e suas culturas ancestrais. Seu próximo projeto, O Manto, uma coprodução Brasil-Holanda, acompanha jovens Tupinambá na jornada pelo retorno do sagrado Manto de seu povo. Há mais de dez anos realiza o Festival Internacional Cinema e Transcendência.

 


Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *