CINEMA IRANIANO, COLEÇÃO DEDICADA A CHARLIE KAUFMANN
E OS EPISÓDIOS FINAIS DE BLOSSOMS SHANGHAI
Mais: Jovens e perigosas, a Alemanha de Christian Petzold, e as estreias de ARCO, de Ugo Bienvienu, Agon, de Giulio Bertelli, e Meus Amigos Indesejáveis: Parte 1 – Último Ar em Moscou, de Julia Loktev e Anna Nemzer

Isto Não é um Filme (Mojtaba Mirtahasebi, Jafar Panahi, 2011)
POESIA E POLÍTICA:
CINEMA IRANIANO
Embora rara, a magia assume inúmeras formas. O cinema iraniano é um lembrete luminoso disso, revelando esperança na paisagem do Oriente Médio e no espírito de seu povo. Cineastas como Jafar Panahi exploram, com sensibilidade, as fronteiras entre ficção e não ficção, criando um humanismo poético atento às vidas à margem. Mas, fazer cinema no Irã também envolve riscos: enfrentar a censura pode levar ao exílio ou à prisão. Ainda assim, é justamente nessas condições que imagens belas e narrativas profundas ganham ainda mais força e transformam o cotidiano em algo verdadeiramente fascinante.
