Dirigido por David Freyne, o elenco destaca também John Early
e a vencedora do Oscar Da’Vine Joy Randolph
O figurinista vencedor do Oscar Angus Strathie criou
um guarda-roupa para mais de 50 anos da vida da protagonista
A trilha sonora é de David Fleming, vencedor do prêmio da American
Society of Composers de melhor Trilha Sonora de Televisão em 2024

Trailer legendado em português: https://www.youtube.com/watch?v=HJi1o9vAz_c
Você já imaginou com quem e onde gostaria de passar a eternidade? E, ainda, viver um triângulo amoroso no Além?
Em “Eternidade” (“Eternity”), a nova comedia romântica da A24 dirigida por David Freyne (“Meus Encontros com Amber”,” Os Curados”), vamos vivenciar essa sensível e divertida história nos cinemas de todo o Brasil, a partir de quinta-feira 4 de dezembro.
Em uma vida após a morte onde as almas têm o prazo de uma semana para decidir como passar a eternidade, Joan (Elizabeth Olsen, conhecida mundialmente como a super-heroína da Marvel ‘Feiticeira Escarlate’) é confrontada com a difícil escolha entre o homem com quem ela passou a vida (Miles Teller, de “Whiplash: Em Busca da Perfeição”, “Entre Montanhas”) e seu primeiro amor (Callum Turner, de “Mestres do Ar”, “Animais Fantásticos”), que morreu jovem e esperou a chegada dela por décadas. Joan tem que decidir o que vale mais: a eletricidade ardente da paixão juvenil avassaladora ou a devoção constante de décadas juntos?
Com o elenco carismático em atuações vibrantes, o diretor David Freyne apresenta uma fábula ousada e emocionante, numa visão encantadora e pop da existência após a vida. A vencedora do Oscar Da’Vine Joy Randolph (“Os Rejeitados”,” Meu Nome é Dolemite”) e John Early (“Search Party”,” Other People”) compõem o time de atores, como os divertidos Consultores do Além.
A decisão de Joan é importante, uma vez que a escolha da eternidade é feita apenas uma vez, sem poder voltar atrás. Ao chegar na estação que funciona como um cruzamento de mundos, os espíritos desembarcam de trens com a idade em que tiveram seu ápice de felicidade. Para escolher como viverão na eternidade, são bombardeados por outdoors, anúncios e vendedores oferecendo opções de eternidade, como o Mundo Sem Homens, o Mundo Capitalista, o Mundo do Surfe e o Mundo da Infância.
“Adorei construir a arquitetura do cruzamento de mundos e brincar com possibilidades infinitas para todas as eternidades”, afirma o diretor David Freyne. “Mas nunca perdi de vista o fato de que o que mais queria fazer era celebrar o amor em suas muitas formas, olhar para como nossa ideia de amor muda com o tempo e levar você para a escolha impossível de uma mulher dividida entre dois homens que, em momentos diferentes, significaram tudo para ela. Tive a chance de dizer tudo o que sempre quis dizer sobre amor e vida”.
